Como calcular o ICMS de frete?

Empreendedores precisam estar cientes das suas obrigações legais. A lei determina que diferentes atividades sejam impactadas por diferentes cobranças. É assim que os mais diversos tributos aparecem. Por tributos, entendemos impostos, taxas, tarifas, entre outros. O ICMS de frete é um exemplo.

Este é, aliás, um imposto muito conhecido pelas transportadoras. E o motivo é que sua incidência representa uma das principais obrigações fiscais para esse tipo de atividade.

É por isso que vamos nos aprofundar mais em relação ao ICMS de frete e mostrar como calcular do jeito certo. Além disso, vamos apresentar novas informações preciosas sobre o assunto. Então confira.

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Frota própria: como montar e as principais vantagens

Dependendo das características da sua empresa, determinadas soluções precisam ser consideradas. Entre elas, a possibilidade de montar uma frota própria. Seja para quem está começando, ou para quem já terceiriza esse tipo de atividade, pensar em formas de se organizar melhor em função das entregas é fundamental.

Vale destacar que, ao terceirizar o serviço, geralmente, o empreendedor tem uma falsa sensação de tranquilidade, acreditando que empresas qualificadas estão se responsabilizando pela gestão do deslocamento dos veículos. Entretanto, nem sempre essa é a solução mais vantajosa. Entre outros motivos está a falta de controle sobre os profissionais que cuidarão das suas mercadorias e a falta de entendimento a respeito da lógica do seu negócio.

É para resolver esse problema e ajudar você a montar sua frota própria do jeito certo que nós preparamos este artigo. Saiba por que acreditar neste investimento, como fazer do jeito certo e conheça as principais vantagens que ele traz para o seu negócio.

Por que investir em uma frota própria?

Porque essa é uma solução que traz uma série de benefícios. O principal deles é a centralização da logística empresarial nas mãos do gestor. Com a frota própria, é possível que um especialista cuide de todos os processos da forma como julgar pertinente. Logo, ele tem como aperfeiçoar ações e gerar economia.

Clique e confira quais são os principais custos com a frota e como controlá-los na sua  gestão!

Para empresas que fazem entregas rápidas, por exemplo, a frota própria ajuda a dar agilidade às atividades. Isso porque as entregas podem ser feitas de imediato, a partir do comando do gestor. A verdade é que empresas como as prestadoras de serviço não devem perder tempo à espera de recursos para atender aos clientes. Ainda mais em um momento em que os pedidos dependem de um único clique no smartphone para acontecer.

Considerando o longo prazo, a frota própria pode representar uma economia, já que tendo acesso a dados de perto, o gestor consegue fazer escolhas para qualificar seu trabalho. Assim, existem diversas ações que podem ser feitas. Como exemplo, podemos destacar a manutenção preventiva, capaz de aumentar a vida útil dos veículos e representar um ganho para o caixa empresarial.

No geral, é válido pensar em investir em uma frota própria dependendo do tipo de empresa que você administra e das necessidades dos clientes. Isso não quer dizer que a terceirização seja ruim. É preciso avaliar caso a caso. No geral, vale a pena recorrer a ela quando não é possível controlar os recursos envolvendo veículos, condutores e processos.

As vantagens de ter uma frota própria

Entre outras vantagens, podemos citar, além do controle amplo das operações, a possibilidade de planejar melhor as rotas e até de aumentar a previsibilidade envolvendo esse ativo. Tão importante quanto programar as revisões é pensar, também, na contratação e qualificação dos condutores. E isso você pode fazer de maneira mais alinhada com os seus interesses, assumindo o controle sobre a frota da sua empresa.

Outro fator interessante é a simplificação dos processos. Com a frota própria, o controle orçamentário é facilitado e você ganha autonomia nas decisões.

Contando com um software específico para esse tipo de atividade, mesmo os registros mais específicos envolvidos com cada deslocamento podem ser facilitados.

No geral, ter uma frota própria permite que o gerenciamento desse ativo dê a você a opção de tomar decisões. Motoristas, veículos, rotas, entre outros, passam a ser inseridos dentro das exigências do gestor, podendo ser repensados de acordo com aquilo que ele vê no dia a dia.

Empresas que optam pela terceirização têm, no máximo, o acesso a relatórios com resultados que os serviços contratados geraram. Em algumas situações, isso as impede de fazer qualquer movimento no sentido de adequar suas soluções às necessidades dos clientes e aos resultados desejados.

Fatores a considerar na hora de montar uma frota

Se a ideia de montar uma frota própria parece interessante, então, fique atento aos principais fatores que você deve considerar quando partir para essa solução.

Primeiro, atenção à qualificação dos condutores. É preciso que os profissionais que estarão nas estradas tenham preparo para lidar com as exigências. Assim, ao fazer as contratações, considere a experiências, mas não se contente com apenas isso. Boas empresas investem em treinamento para que a atuação do motorista seja segura e de acordo com as regras de trânsito. Portanto, defina uma política de treinamento para garantir a devida conformidade entre seus talentos e as normas de trânsito.

Além disso, os veículos também precisam estar de acordo com as exigências legais. É por isso que dedicar tempo à inspeção periódica dos ativos é fundamental.

Outro fator a ser considerado diz respeito ao planejamento e estruturação dos processos logísticos. Tanto o carregamento quanto o transporte precisam ser pensados pelo gestor a cada viagem.

Para que esse modelo de transporte não seja um problema, é preciso que o controle e o gerenciamento de toda a frota sejam feitos com maior atenção. Assim, gastos como o de frete precisam estar sob controle. É nesse ponto que a boa gestão também se faz necessária.

Em relação ao controle de despesas, gastos a mais como a instalação de sistemas de GPS e mecanismos que auxiliam tanto na carga quanto na descarga dos produtos estarão sob sua responsabilidade, portanto, eles precisam ser pensados como investimentos para não causar um impacto excessivo no seu caixa.

Por fim, é importante também pensar na equipe que vai se dedicar mais diretamente a esse setor para você e a sua empresa. Monte equipes menores e com alta qualificação. Caso você precise se dedicar a diferentes modelos de entrega, procure compor esses times sempre de acordo com um padrão. Isso dá previsibilidade à ação dos motoristas e aumenta a qualidade dos serviços.

Documentações necessárias

Providencie todos os documentos que são legalmente exigidos para esse tipo de atividade. Eles são:

Além disso, existem documentos que você deve emitir na rotina desse tipo de atividade. Eles são:

Fique atento também ao novo DT-e, sigla para Documento Eletrônico de Transporte, que vem para unificar documentos, informações e obrigações das empresas que trabalham com carga. Com ele será possível otimizar os processos nas estradas a partir de tecnologia avançada e monitoramento dos veículos. Em resumo, as empresas precisarão se adaptar às exigências do programa e se você quiser trabalhar com frota própria, precisará lidar com a plataforma.

Como fazer uma boa gestão de frota

Confira algumas orientações essenciais para você fazer um melhor controle da frota própria e transformar este em um ativo para a sua empresa. Afinal, de nada adianta você assumir o comando de um setor tão importante do seu negócio se não tiver como lidar com isso da maneira correta. Portanto, fique atento aos tópicos abaixo.

Planejamento

Defina uma política de uso dos veículos. Basicamente, é preciso considerar 3 elementos, que são:

Estabeleça regras em relação a esses 3 elementos. Assim, por exemplo, defina quem pode usar o veículo, em quais situações, qual é a proposta para a manutenção preventiva dos veículos, quais as prioridades, entre outros.

Óbvio que dependendo do porte do seu negócio e do tipo de nicho ao qual sua empresa se dedica, outros aspectos também precisarão ser considerados, mas o essencial são esses 3 pontos.

Controle

Só é possível fazer o devido controle de seus ativos empresariais quando você conhece cada movimento do seu negócio. Logo, informação é essencial. É importante se organizar em relação a isso. E um primeiro passo é estudar o seu próprio projeto, além das necessidades de sua empresa. Considere o estado de cada veículo e a necessidade de fazer novos investimentos.

Além disso, é preciso mapear toda a operação para fazer escolhas visando um melhor desempenho. Nesse sentido, nada melhor do que contar com sistemas avançados, pois eles podem ajudar você a qualificar esse trabalho.

Nunca é demais destacar os impactos do novo DT-e. Com ele, as obrigações envolvendo as informações sobre as frotas serão registradas de maneira eletrônica. Isso trará, entre outras vantagens, a simplificação dos dados e o controle sobre os ativos por parte da empresa. Assim, vale a pena considerar soluções para viabilizar essa transformação antes mesmo de ela se tornar uma obrigatoriedade. Dessa forma, você tem como sofisticar o controle empresarial.

Produtividade da frota

Não adianta fazer uma mudança significativa desse porte na sua empresa se isso não tiver o potencial de melhorar os resultados dela.

Pensar em produtividade é atuar na extração daquilo que de melhor os processos podem trazer. A partir de uma política de controle precisa sobre os dados, você tem como tomar decisões visando a melhoria dos processos.

Em relação à frota isso diz respeito à definição de rotas, à substituição de peças, à orientação dos condutores, entre outros.

Em resumo, é importante que você esteja sempre observando a adequação da sua frota às necessidades e possibilidades empresariais.

Política de uso dos caminhões

É preciso deixar claro como os veículos da sua empresa devem ser utilizados. E isso pode ser feito a partir de algumas regras. Fique atento a 3 elementos:

Para que o trabalho com a frota própria traga benefícios para o seu negócio, o mais importante é que os parâmetros sejam claros. Assim você evita problemas legais e garante segurança para a sua equipe.

Treinamento dos motoristas

Não basta contratar condutores. É preciso que eles sigam as diretrizes da sua empresa. Assim, não só as técnicas dos motoristas precisam estar em dia, mas também seus conhecimentos como um todo.

Para tanto, invista em programas de aperfeiçoamento. Existem soluções para diferentes necessidades. Entre elas, a adequação às normas de trânsito, o melhor desempenho nos trajetos e o manejo com as mercadorias.

Manutenção da frota

Por fim, vale lembrar que quando falamos em manutenção, precisamos pensar em abordagens preventivas, preditivas e corretivas.

manutenção de frota

Isso quer dizer que você pode, e deve, atuar não só quando os veículos apresentam falhas, mas também em momentos anteriores.

Em resumo, quando a manutenção é preditiva, existe um acompanhamento periódico dos recursos e trabalho constante de inspeção. Quando ela é preventiva, a ideia é evitar falhas ou quebras, além de amenizar o desgaste das peças, sendo assim, ela é programada de maneira a estimar o desgaste natural dos recursos. Já a corretiva é específica para momentos de falha. Ela é o pior cenário e que geralmente causa maiores prejuízos para a empresa.

Tendo um plano de manutenção para a sua frota própria, a tendência é que você invista mais em ações preditivas e preventivas para economizar com abordagens corretivas. No fim, isso garante maior segurança aos processos e aumenta a vida útil dos veículos.

Agora que entendeu como montar a sua frota própria, saiba mais como outras soluções tecnológicas podem impactar o seu negócio. Saiba se WMS é para você.

O que é CTe no transporte de cargas e como emitir?

Entre os inúmeros documentos exigidos para o transporte de cargas no Brasil, o CTe, ou Conhecimento de Transporte Eletrônico, é um dos mais conhecidos e indispensáveis nesse tipo de serviço.

Apesar de ser amplamente utilizado na rotina de transportadoras e de empresas logísticas, ainda há algumas dúvidas e questões sobre a principal funcionalidade dessa documentação, como ela deve ser emitida e quais garantias ela agrega às operações de carga no país.

Para abordar essas questões e as demais sobre o tema, preparamos este guia completo sobre o que é CTe na prática e porque esse documento se torna indispensável em qualquer entrega com cargas no Brasil. Acompanhe!

Afinal, o que é o CTe?

O CTe se refere ao Conhecimento de Transporte eletrônico, um documento obrigatório e exigido pelos órgãos fiscalizadores e que tem como intuito registrar e detalhar as prestações de serviços de transporte de cargas da empresa.

Como o próprio nome já sugere, o CTe é um documento de via eletrônica, ou seja, é emitido e armazenado unicamente por meio virtual.

Na prática, qualquer operação de entrega que envolva cargas, a empresa ou transportadora se compromete a emitir a documentação e apresentá-la, sempre que houver necessidade, em postos de fiscalização em trajetos intermunicipais ou interestaduais.

Vale destacar, ainda, que o CTe é um documento exigido para serviços de transporte de cargas, independentemente de qual seja o modal responsável pela operação. Sendo assim, o documento deve ser emitido em entregas por meio rodoviário, aéreo, aquaviário, dutoviário e ferroviário.

Desde quando o CTe se tornou documento obrigatório na logística?

Foi em 2007 que o Conhecimento de Transporte eletrônico se tornou documento imprescindível nas operações de carga no Brasil, após sua criação e aprovação da Receita Federal e do CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária).

No entanto, inicialmente, a documentação era válida apenas para serviços realizados por meio de modal rodoviário e, ao longo dos anos, foi englobando outras vias:

Quais vantagens são agregadas ao uso do CTe?

Indiscutivelmente, a criação e implementação do CTe teve como objetivo principal a otimização de processos fiscais e do controle sobre os serviços de carga realizados nas estradas brasileiras.

No entanto, pela visão dos prestadores, a documentação também agrega vantagens à rotina de transportadoras e de empresas logísticas, especialmente no que se refere à gestão e controle de documentos.

Afinal, por se tratar de um arquivo 100% eletrônico, esses prestadores de serviços conseguem emitir, armazenar e buscar qualquer tipo de informação por meio da nuvem, em qualquer momento ou local.

Na prática, isso traz mais agilidade, controle, segurança e, claro, redução de custos com a impressão de documentos (como é o caso do CTRC, por exemplo). Ou seja, menos pastas, papéis e armários para lidar na rotina dessas empresas.

O mesmo vale para a necessidade de apresentação de documentos em postos de fiscalização. Em outras palavras, os motoristas e colaboradores não precisam, necessariamente, mostrar cópias impressas do Conhecimento de Transporte, já que o mesmo pode ser consultado via eletrônica, o que, além de agilizar o processo, ainda elimina riscos de fraudes e falsificações.

Em resumo, em relação às vantagens do CTe para empresas e órgãos fiscalizadores, podemos considerar a digitalização desse documento como um avanço significativo nos processos e controles necessários dessas instituições, agregando mais praticidade, segurança, eficiência e, de quebra, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Quais documentos o CTe substitui na prática?

Antes da implementação do CTe, o transporte de cargas no Brasil requeria uma série de documentos e exigências burocráticas, que, na prática, mais atrapalhavam do que contribuíam.

Afinal, era necessário imprimir diversas documentações, deixar cópias nas empresas e entregar pastas para o motorista, caso houvesse parada em um posto de fiscalização.

Com a chegada do Conhecimento de Transporte eletrônico, além da digitalização desses processos, muitos desses documentos passaram a ser desconsiderados ou unificados em um único arquivo. Eram eles:

Quem é obrigado a emitir o CTe?

O Conhecimento de Transporte eletrônico precisa - e deve - ser emitido em qualquer prestação de serviço que englobe o transporte de carga em âmbito nacional, seja entre estados da federação ou entre municípios.

Como destacamos, isso engloba qualquer que seja o modal responsável pela operação. Todos são obrigados a emitir e apresentar a documentação para fins fiscais no país.

Sendo assim, na prática, entre transportadoras e empresas de logística, os players que obrigatoriamente precisam trabalhar com esse tipo de documentação são:

No caso do MEI, o CTe também é obrigatório?

É importante destacar que o MEI (Microempreendedor Individual) não se encaixa nessa obrigação, apesar de que, em alguns estados da federação, já exista essa opção para a categoria.

Sendo assim, pequenos empresários e motoristas autônomos devem consultar essa disponibilidade em suas regiões e, caso seja permitido, o credenciamento deve ser realizado diretamente com a Secretaria da Fazenda.

Quem se responsabiliza pela emissão e armazenamento do CTe?

Conforme o AJUSTE SINIEF Nº 09 do CONFAZ, fica estipulado que o tomador de serviço de transporte de carga é o responsável pela emissão e armazenamento do Conhecimento de Transporte eletrônico, sendo insubstituível por qualquer outro tipo de documento.

Dessa forma, o tomador de serviço poderá emitir o próprio CTe, assim como exigir que o prestador de serviço de transporte o emita, por exemplo.

Sendo assim, é fundamental que essa decisão seja transparente e acordada entre as partes para decidir quem vai assumir essa responsabilidade e gerir a documentação.

O que é necessário para emitir o CTe?

Seja a transportadora, seja o embarcador, quem ficar responsável pela gestão do CTe obrigatoriamente precisará seguir algumas exigências junto à Receita Federal e à Secretaria da Fazenda.

Listamos os principais passos e obrigações que o emitente precisa levar em consideração para a emissão do CTe. Confira!

Dúvidas comuns sobre o CTe e outros documentos

Como vimos, apesar de o CTe ser um documento obrigatório e de conhecimento amplo entre empresas e profissionais da logística, vale destacar que ele não é a única exigência documental no transporte de cargas no Brasil.

Logo, é normal que haja dúvidas e questões a respeito e sobre outras documentações necessárias nesse tipo de operação, como veremos a seguir.

CTe e CTRC

A mais comum entre as dúvidas sobre documentação no transporte de cargas envolve o antigo CTRC (Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas).

Afinal, para os mais experientes, esse documento era um dos papéis exigidos nas operações de entregas até 2012, mas deixou de existir com a implementação do Conhecimento de Transporte eletrônico.

CTe e MDFe

Um outro documento que suscita alguns questionamentos é o MDFe (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais), que, por sua vez, também é obrigatório nos serviços de transporte de cargas, mas que fica à parte do CTe.

Ou seja, enquanto o Conhecimento de Transporte eletrônico tem objetivo de regularizar a prestação daquele serviço, o MDFe serve para identificar que tipo de carga está sendo transportada naquele momento.

Sendo assim, um não substitui o outro, mas são complementares e igualmente exigidos para fins fiscais.

CTe e NF

Como destacado, o CTe é um documento obrigatório para toda e qualquer operação logística que envolva o transporte de cargas entre municípios e estados da federação.

Já para entregas realizadas internamente, em um mesmo município, a NFs é suficiente para esse tipo de prestação, não sendo necessária a apresentação do Conhecimento de Transporte nesses casos.

CTe e DACTe

DACTe se refere ao Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte eletrônico, e é sempre gerado após a emissão do CTe de forma impressa. Ou seja, é uma versão em papel que representa o Conhecimento de Transporte e pode ser levado pelos motoristas ao longo das operações. Ele funciona como um espelho das informações contidas no documento original.

Um sistema TMS permite emitir CTe?

Entre as soluções tecnológicas aplicadas à logística hoje, é possível encontrar ferramentas capazes de emitir o Conhecimento de Transporte eletrônico.

No entanto, indiscutivelmente, um sistema TMS (Transportation Management System) é a melhor escolha, pois oferece essa possibilidade, além de outros controles e funções indispensáveis para a sua gestão.

Dessa forma, a sua empresa passa a contar não apenas com um simples emissor de CTe, mas um com software muito mais amplo e robusto para outras atividades de sua rotina.

Ao que se refere à gestão de documentos, o sistema TMS é capaz de gerir as seguintes obrigações:

Fora essas funcionalidades, o sistema TMS agrega uma diversidade de outras possibilidades gerenciais à sua empresa de logística, tais como:

Todos esses e outros controles passam a ser otimizados e 100% digitais em sua empresa, agregando, assim, mais agilidade, praticidade e segurança aos processos.

SAIBA TAMBÉM COMO VAI FUNCIONAR O DTe A PARTIR DE 2022

Mais do que um documento obrigatório, o Conhecimento eletrônico deve ser considerado como uma ferramenta de otimização de processos fiscais e de controle internos de sua gestão.

Portanto, ao buscar melhorar a emissão de seus CTe, leve em consideração as vantagens e benefícios que podem ser agregados pelo sistema emissor escolhido.

Quer conhecer mais sobre o sistema TMS e saber que tipo de vantagem sua empresa pode ter com esse software? Converse com um especialista e solicite uma apresentação das soluções da Onblox.

Por que o óleo para motor de caminhão merece a sua atenção?

Essencial para o funcionamento adequado do veículo, o óleo para motor de caminhão é um tema, muitas vezes, deixado de lado. Entretanto, é ele um dos responsáveis pelo melhor desempenho desse ativo.

Quando utilizado de acordo com as especificidades do automóvel, considerando fatores como a viscosidade, por exemplo, a tendência é que o atrito entre as peças seja amenizado e, consequentemente, o desgaste seja menor.

Isso sem citar outros benefícios de usar o óleo certo, como manter a temperatura do motor sob controle, e até eliminar a sujeira provocada pela combustão. Mesmo a proteção contra a oxidação e contra o vazamento do lubrificante devem ser destacadas entre essas vantagens.

Em resumo, o óleo para motor de caminhão é um elemento essencial para quem trabalha com esse tipo de veículo. Por isso, saiba mais sobre ele e como escolher o certo para a sua frota.

A importância do óleo para motor de caminhão em frotas

Quando o óleo correto é utilizado e sua troca é feita de maneira regular, a tendência é que o caminhão tenha maior vida útil.

Agora, pensando em quem lida com uma frota, compreender a importância do óleo para motor de caminhão e criar meios para fazer o bom uso desse elemento é algo estratégico. Até porque, neste caso, qualquer benefício para uma máquina se converte em solução para o conjunto delas.

O detalhe é que cada motor precisa de uma atenção especial. É por isso que diferentes marcas apresentam soluções distintas em termos de viscosidade e durabilidade do óleo.

Sabendo escolher o ideal, você tem como garantir benefícios para a sua empresa, tais como:

Pense na sua frota como um dos ativos mais importantes da sua empresa. Dessa forma, criar meios para evitar que os procedimentos de reparo apareçam antes da hora é algo extremamente importante.

Usando o óleo para motor de caminhão correto e trabalhando com critérios, a tendência é que os procedimentos de manutenção ocorram sempre de forma preventiva, diminuindo significativamente as ações corretivas. Isso gera um ganho para a sua empresa em termos econômicos.

Assista ao MáximaCast abaixo e veja como ser um gestor de frotas de sucesso

Tipos de óleo para cada componente do caminhão

É necessário compreender a importância do uso do óleo correto para cada componente do caminhão. Em especial, para: motor, o câmbio e a transmissão.

Óleos para o motor

Com um óleo para motor de caminhão de acordo com as especificações de fábrica, você tem como garantir a limpeza adequada do motor. Além disso, é possível proteger seus componentes contra a oxidação e diminuir o risco de superaquecimento do motor.

No caso do motor, o importante é saber que óleos lubrificantes são essenciais para dar maior fluidez ao maquinário. Isso afeta o desempenho dos veículos, especialmente os mais pesados.

Óleos dessa natureza podem ser minerais ou sintéticos, que se diferenciam, basicamente em função da presença de aditivos provenientes de outros componentes. Em resumo, os minerais são resultado do refinamento básico do petróleo, o que faz com que o óleo seja mais barato e que tenha menor durabilidade.

Já os sintéticos, por sua vez, são resultado de uma combinação entre óleo mineral e aditivos químicos. Dessa mistura é possível chegar a uma solução mais sofisticada e durável. Consequentemente, o produto final é mais caro.

Óleos para câmbio e transmissão

Além disso, é preciso considerar os benefícios dos óleos para o câmbio e a transmissão, até porque eles também são fundamentais para que o veículo tenha um bom desempenho no seu uso e isso se reverta em benefícios para a empresa.

No caso do primeiro, o câmbio, o óleo para motor do caminhões permitem maior eficiência na transmissão de força, ganho de resistência no suporte de cargas maiores e proteção em relação ao desgaste das engrenagens do caminhão.

Já no caso da segunda, a transmissão, os óleos adequados reduzem os custos operacionais, aumenta a vida útil das vedações e a capacidade de o veículo suportar cargas mais pesadas, além de prolongar a vida útil de engrenagens e rolamentos, o que impede a formação de resíduos.

Como funciona o motor de caminhão

Diferentemente do que acontece com outros veículos, como os automóveis, por exemplo, que contam com motores flex, os motores a diesel são os predominantes nos caminhões. Isso porque são soluções que permitem a eles maior eficiência e economia em função de uma rotação mais baixa.

A ideia é que o motor queime combustível a partir da energia que é liberada pela compressão do ar. Assim, é possível que existam adaptações para que o motor funcione com óleo diesel, gás natural, além de gasolina de alta octanagem.

A questão é que com o motor a diesel a durabilidade costuma ser maior, o que traz benefícios em termos de rendimento e manutenção.

É por isso que vale a pena considerar formas de fazer com que esse funcionamento seja mais adequado. Com a escolha do óleo para motor de caminhão certo você otimiza o funcionamento do motor e previne problemas que são comuns em veículos mais pesados, como o desgaste das peças que compõem as engrenagens.

Clique aqui e confira 5 dicas para escolher as melhores peças para o seu caminhão!

Vale lembrar que trocar os óleos do caminhão com frequência é essencial para o veículo. Entretanto, alguns motoristas fazem isso com mais frequência do que outros. O motivo muitas vezes está na escolha errada da solução a ser destinada para o veículo. A coloração e o aspecto do óleo para motor de caminhão que sai ajudam a avaliar isso. Quando eles apresentam excesso de resíduos e sujeiras, pode ser sinal de irregularidade com os ímãs no motor.

A composição de um óleo de qualidade para o motor a diesel

Existe uma forma de definir se o óleo para motor de caminhão a diesel tem qualidade. E isso diz respeito aos componentes que integram a solução. O ideal é que esses componentes sejam desenvolvidos de forma a oferecer as propriedades ideais para o melhor funcionamento daquele tipo de motor específico.

Em resumo, precisamos ter atenção a 5 elementos, que são os antioxidantes, os detergentes, os anticorrosivos, os antiespumantes e os antidesgastantes. Saiba mais sobre cada um deles na sequência.

Os antioxidantes

São elementos que trabalham para evitar que as moléculas oxidem no óleo diesel. Com eles, o risco de a estrutura do motor ser danificada acaba sendo consideravelmente menor. Isso acontece porque sua função é justamente evitar a perda de elétrons. Consequentemente, eles são indispensáveis no óleo para motor de caminhão.

Os detergentes

Substâncias detergentes são composições criadas em laboratório com o objetivo de promover a limpeza a partir de uma ação chamada de emulsificante. Na prática, detergentes dissolvem substâncias. É o que eles fazem para lubrificar o motor. Consequentemente, isso auxilia na movimentação das peças, eliminando o atrito e fazendo com que a estrutura funcione da maneira mais adequada possível.

Os anticorrosivos

Outro elemento fundamental é o aditivo anticorrosivo, que atua para que o óleo diesel não corroa os materiais presentes no motor. Esse risco é especialmente maior em relação ao metal. Por esse motivo, os anticorrosivos são tão importantes, já que eles conseguem formar uma camada protetora capaz de eliminar agentes ácidos, impedindo a corrosão.

Os antiespumantes

Como o próprio nome sugere, são compostos que conseguem evitar a formação de espuma. E por que isso é importante? Porque devido à sua movimentação, o óleo diesel naturalmente forma espuma, o que pode comprometer a sua eficiência no motor. Agindo contra isso, os antiespumantes permitem que o funcionamento se dê de maneira adequada e esse comprometimento não aconteça.

Os antidesgastantes

O que esse tipo de aditivo faz de especial é atuar para que o contato entre metais não aconteça. Vale lembrar que este é um problema bastante comum em veículos como os caminhões. Dessa forma, os antidesgastantes impedem que as peças sejam danificadas devido ao atrito constante. Essa é uma forma de manter a eficiência do sistema.

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Dicas para acertar na escolha do óleo para motor de caminhão

E o que fazer para garantir que a sua frota contará sempre com as soluções adequadas para o trabalho no dia a dia? Como garantir que cada elemento presente nos veículos da sua empresa esteja realmente em dia com as demandas dela?

É válido, tanto quanto entender a importância do óleo para motor de caminhão, fazer uso das estratégias certas para inserir esse elemento na realidade do seu negócio. Se isso parece interessante para você, então atenção às informações a seguir. Com elas você poderá escolher a solução certa para o seu veículo e terá como trabalhar no ganho de vida útil para ele. Considerando o trabalho com uma frota de caminhões, elas tendem a ser valiosas.

1. Verifique as especificações do seu veículo

Não tem segredo. É importante seguir à risca o que diz o manual do proprietário. Entre outras informações ali presentes estão especificações a respeito do óleo para motor de caminhão.

Essa recomendação precisa ser considerada, já que nenhum modelo de veículo vai para a rua sem antes ter sido submetido a pesquisas e testes. Por isso é bom confiar. As montadoras investem tempo e dinheiro para definir essas especificações. Sendo assim, nada mais recomendável do que respeitar suas indicações a respeito de períodos de manutenção e soluções a serem utilizadas.

Empresas que têm muito tempo de estrada costumam cometer o erro de apostar demais nas suas práticas de rotina. Quando isso acompanha a desatenção em relação ao que estabelecem as fabricantes, a tendência é que os problemas apareçam. E, o que é pior, mesmo os evitáveis podem virar uma "bola de neve". Por isso, não brinque com os veículos da sua empresa. Procure sempre acompanhar o que for estabelecido pela fábrica.

2. Atenção à viscosidade dos lubrificantes

É necessário saber qual será a fluidez do óleo a uma certa temperatura. Tecnicamente, chamamos isso de viscosidade. Motores de caminhões precisam dos chamados óleos multiviscosos. Eles aumentam a vida útil do motor porque a alta fluidez em temperaturas mais baixas provoca um efeito no qual o óleo alcança mais rapidamente as diferentes partes que precisam ser lubrificadas no ato da partida. Isso diminui o desgaste.

Outro motivo: o óleo para motor de caminhão deve formar uma película espessa. Ela, sob altas temperaturas, precisa minimizar o contato entre os componentes móveis do motor quando o veículo está em uma maior velocidade. Isso maximiza a durabilidade do conjunto.

Em resumo, esse tipo de solução permite que você rode mais e amenize os impactos de rotina na parte interna do caminhão. Consequentemente, ele será protegido, de forma que você perceberá os benefícios especialmente no longo prazo.

3. Confira as classificações

Os óleos básicos de motor podem ser de tipo:

Dizemos que algo é sintético quando é produzido em laboratório, de maneira não natural. Assim, os óleos tidos como semissintéticos têm ao menos 10% de óleos básicos de tipo sintético na sua composição.

No geral, existem 4 tipos de óleo diesel. São eles:

É preciso ter atenção a essa classificação para evitar riscos para o seu veículo. Caminhões mais novos geralmente apresentam menor resistência a óleos com elevados níveis de enxofre. Por isso, recomenda-se que neles sejam usados o S 10. Para veículos mais antigos, fabricados no máximo até 2012, vale a pena o diesel comum, ou S 500.

Enfim, tenha atenção ao óleo para motor de caminhão na sua frota. Esse pode parecer um elemento que não tem tanta importância, mas considerando os impactos no seu conjunto de ativos, um cuidado maior tem o potencial para fazer uma grande diferença.

Entendeu agora como escolher o óleo para motor de caminhão do jeito certo? Então confira também o nosso passo a passo para realizar a gestão de multas dos caminhões.

10 mitos sobre a mecânica de caminhões

Para cuidar de um caminhão ou de uma frota deles de maneira racional, é importante seguir as orientações vindas de fábrica e trabalhar com uma política de manutenções realmente séria, até porque toda a mecânica de caminhões costuma ser específica para cada veículo. Do contrário, você corre o risco de comprometer a vida útil de ativos tão importantes para o seu negócio.

A realidade é que só assim você tem como garantir que o seu veículo circule de acordo com aquilo que foi planejado para ele, pensando em seu melhor desempenho. Não por acaso, grande parte dos problemas que comprometem os caminhões tem origem no seu mau uso. Procedimentos com o uso de produtos inadequados e práticas não recomendadas são comumente identificados em veículos já comprometidos.

É por isso que vale a pena saber mais sobre a mecânica de caminhões e os mitos que envolvem o tema.

A mecânica de caminhões

Veículos de grande porte, como é o caso dos caminhões, precisam ser reavaliados com frequência. O problema é que nem sempre é fácil manter a parte mecânica de caminhões em dia. É preciso investir em práticas, como manutenções periódicas, para que os procedimentos sejam realizados de acordo com o tempo certo e, claro, as características dos veículos. Somente assim é possível diminuir a incidência de problemas que podem ocasionar acidentes.

Consequentemente, quando o motorista acredita em mitos relacionados a esse tipo de veículo, os riscos aumentam, o que tende a gerar problemas não só para a empresa e seus clientes, mas para todos os envolvidos no transporte.

Vale destacar a importância de se preocupar com a segurança no trânsito, já que os caminhões ocupam naturalmente muito espaço, o que pode fazer com que eventuais acidentes causem um impacto maior. Problemas, como a perda da eficiência dos freios, falhas no motor, entre outras, podem ser evitados com práticas de rotina e o devido controle sobre o que realmente faz bem e o que não faz para esse tipo de veículo.

É por isso que vale a pena conhecer alguns dos maiores mitos que envolvem a mecânica de caminhões. A realidade é que, em relação a algo que faz tanta diferença no contexto geral de uma empresa, nada melhor do que saber o que é verdade e o que é mentira. Portanto, confira os principais mitos e entenda por que eles são falsos.

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1. A necessidade de aquecer o motor

Aquecer o motor por cerca de 15 minutos antes de sair é algo que faz muito sentido, mas desde que o seu veículo funcione com carburadores, já que eles demandam um pouco de tempo para atingir sua temperatura ideal de operação. Além disso, caso o óleo lubrificante que você usa seja realmente ineficaz, vale a pena adotar essa prática.

O problema é que, já há alguns anos, os veículos disponibilizados no mercado contam com recursos muito mais sofisticados do que os antigos, tornando o famoso aquecimento de motor algo desnecessário, ou seja, um mito na mecânica de caminhões.

Caminhões mais modernos vêm com injeção eletrônica de combustível, o que permite que seu funcionamento logo na partida já se dê de maneira muito mais eficiente do que aqueles com mais de 25 anos. Portanto, se o seu caminhão não for tão antigo, o aquecimento prévio do motor é totalmente desnecessário.

2. Fazer a manutenção de caminhões com qualquer profissional

É importante entender esse mito a respeito da mecânica de caminhões para evitar que, na hora de cuidar do seu veículo, você não corra o risco de entregá-lo nas mãos de quem só sabe lidar com veículos de passeio.

O ideal é que você recorra sempre a profissionais especializados em manutenção de veículos pesados por dois motivos:

Assim, o ideal é procurar uma oficina de confiança e definir um programa para que os procedimentos de rotina sejam feitos sempre nela. Dessa forma, você tem como contar com um acompanhamento profissional e especializado, além de peças para substituição e equipamentos sempre de acordo com as necessidades de cada veículo e modelo.

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3. Acreditar que a válvula termostática não tem utilidade

Existem dispositivos que são ignorados e, muitas vezes, até tidos como desnecessários pelos condutores dos veículos. Entre eles está a válvula termostática.

A realidade é que essa válvula é importante para a mecânica de caminhões por se tratar de um dispositivo que serve para controlar o fluxo de fluido entre motor e radiador. Assim, ela atua para garantir que o sistema funcione de acordo com uma temperatura considerada ideal pelo fabricante do veículo.

É muito importante respeitar isso porque, assim, você evita problemas envolvendo o aquecimento. Com a válvula termostática, o líquido de arrefecimento pode fluir com maior naturalidade, sem que haja qualquer impedimento capaz de causar danos.

Em resumo, jamais remova essa válvula, porque ela permite que o motor atinja sua temperatura ideal de trabalho e se mantenha assim ao longo do trajeto.

Esse cuidado é muito importante, principalmente se você trabalha com uma frota de caminhões. Imagine ver um mesmo problema aparecer com recorrência em vários veículos ao mesmo tempo. Dependendo do tipo de negócio, isso pode representar uma crise sem precedentes.

Leia também: sistema de manutenção de frota: como escolher o seu?

4. Acreditar que o freio motor é desnecessário

O freio motor é útil para manter a segurança do caminhão enquanto ele estiver na estrada. Sua importância é especialmente maior em descidas mais íngremes. Isso porque ele conserva não só as lonas como também os tambores de freio. Dessa forma, você tem a tranquilidade de que não haverá superaquecimento.

Um mito sobre a mecânica de caminhões é acreditar que esse freio não serve para nada. Pior: em alguns casos, ele é tido como um problema por conta da maior pressão criada.

O interessante é que, além disso, o freio motor é útil, também, para evitar o consumo excessivo do diesel, já que quando ele é acionado, a injeção de combustível é contida de imediato, o que permite ao motor trabalhar sem queima.

Dentro de um processo em que a logística da sua empresa depende da qualidade dos veículos, entender como esse tipo de procedimento é importante pode ser o que você precisa para garantir a qualidade dos seus caminhões em médio e longo prazo.

5. Passar óleo no chassi para evitar corrosão

Alguns condutores têm o hábito de passar óleo de mamona no chassi do caminhão após a lavagem. A justificativa seria que essa prática ajuda a evitar corrosão, o que é um mito da mecânica de caminhões.

A realidade é que o óleo, nessa circunstância, só faz aumentar o acúmulo de impurezas no local, o que, em última instância, pode gerar problemas com os componentes do veículo. O pior é que a prática pode gerar dores de cabeça maiores, como o ressecamento de objetos, entre outros.

Por conta disso, esqueça a ideia de usar qualquer óleo para evitar corrosão, até porque, geralmente, a tinta do chassi já tem função anticorrosiva. Consequentemente, a melhor coisa que você pode fazer é deixar o veículo sempre limpo, utilizar os produtos recomendados e refazer a pintura sempre que necessário.

É preciso ter cuidado com esse tipo de prática, já que, na maioria dos casos, não há qualquer justificativa para que ela se torne tão comum entre as pessoas. O pior é que, quando boa parte dos condutores acredita que essa é uma solução, acaba se tornando muito difícil modificar uma cultura equivocada.

6. Descer no ponto morto para economizar combustível

Outro mito de mecânica de caminhões. O que acontece é o contrário. Quando você desce em ponto morto, o sistema de injeção eletrônica interpreta esse fato como se o veículo estivesse funcionando em marcha reduzida, logo, para compensar, ele precisa emitir ainda mais diesel em direção ao motor. O resultado é justamente um aumento de consumo do combustível.

Como o sistema é programado para liberar mais combustível quando acontece de o motorista usar o freio sem acelerar, em situações de descidas, ele entende que o próprio peso da carreta já é o suficiente para mantê-la em movimento. É por isso que, fazendo as descidas em ponto morto, você acaba correndo um risco maior, tanto por estar com o veículo desengatado, quanto por criar motivos para que o freio fique comprometido caso precise ser acionado bruscamente.

7. Dizer que o pneu não precisa estar frio para ser calibrado

Este é um erro que pode ganhar força quando o motorista não tem tempo disponível. Assim, ele acredita que pode fazer a calibragem a qualquer momento, e acaba não trabalhando com a temperatura ideal do pneu na calibragem.

O que ocorre é que, como os pneus se aquecem quando estão na estrada, esse aumento de temperatura faz com que a pressão interna aumente, já que a massa tem a característica de se expandir quando esquenta.

Em resumo, com o atrito entre os pneus e a estrada, esse aquecimento vai acontecer e na hora que você for calibrar os pneus, a pressão identificada pelo equipamento de calibragem será elevada, fazendo com que você coloque menos ar do que o necessário.

Por isso, o mais indicado é fazer a calibragem do pneu cerca de 4 horas depois que o veículo parou. Assim a leitura do equipamento tende a ser mais exata, e a calibragem adequada para o caminhão.

Esse tipo de informação, quando assimilada pelo seu condutor, ou pela equipe de condutores, exige uma medida simples, mas que pode fazer toda a diferença na forma como sua empresa cuida da mecânica de caminhões.

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8. Pensar que aditivos não melhoram o sistema de arrefecimento dos veículos

Aditivos são úteis para melhorar a dinâmica dos caminhões. Como eles alteram componentes da água e aperfeiçoam processos como de vaporização e congelamento, acabam sendo capazes de tornar o sistema mais eficiente como um todo e, assim, garantir mais segurança para o veículo.

Além disso, usar os aditivos corretos faz toda a diferença no controle do processo de corrosão. Dessa forma, abrir mão desse tipo de produto pode ser um erro capaz de causar danos no funcionamento dos veículos e, pior, diminuir significativamente a sua vida útil.

Considere sempre a aplicação desse tipo de solução de maneira periódica, para garantir que não só o sistema de arrefecimento, mas também outras mecânicas estejam em dia com as necessidades dos motoristas e da empresa.

9. Achar que áreas alagadas não precisam ser atravessadas em baixa velocidade

Mesmo que a tecnologia tenha evoluído a ponto de tornar desnecessárias certas práticas, algumas continuam sendo recomendadas. Em relação a áreas alagadas, saiba que a própria aerodinâmica do caminhão atua para jogar o líquido para cima, de maneira a tornar mais seguro o deslocamento. Entretanto, isso pode fazer com que ele entre em lugares inadequados, como o filtro de ar que fica próximo do farol.

Vale lembrar que a água pode, além de comprometer os faróis, afetar, também, os rolamentos dos esticadores da correia e a parte elétrica, trazendo diferentes prejuízos para a mecânica de caminhões.

Quando o motorista corre em áreas alagadas, ele não consegue ter um maior controle sobre a profundidade do terreno onde está se deslocando, ficando mais difícil identificar eventuais desníveis para evitar acidentes.

É preciso ter em mente se você tem como continuar na travessia ou não, sendo assim, uma dica é observar o comportamento dos demais veículos parecidos com o seu, o que pode ser feito melhor se você conduzir devagar.

Ouça ao MáximaCast, podcast do grupo Máxima, e descubra como vencer os desafios diários da logística.

10. Abrir mão das peças recomendadas pelo fabricante no cuidado com a mecânica de caminhões

É comum que veículos mais velhos contem com peças alternativas às de fábrica. Ainda mais quando o motorista procura meios para economizar. O problema se torna ainda maior quando isso acontece, também, em veículos que estão a serviço de empresas de pequeno, médio e grande porte, ou seja, neste caso, toda a frota fica em risco.

Acreditar que trabalhar com as peças indicadas não faz diferença na mecânica de caminhões é um mito que pode causar problemas, como o gasto maior na compra de produtos de qualidade para substituir as peças. Isso sem falar nos problemas para o veículo, que pode ter sua vida útil diminuída de maneira considerável - e até se tornar inviável para o uso dependendo do tipo de dano que uma peça não recomendada pode provocar.

Por fim, sabendo lidar com a mecânica de caminhões, sua empresa pode trabalhar para gerar maior eficiência no uso desses ativos. Saiba também quais os tipos de caminhão ideais para a sua carga.

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