Etiqueta inteligente: descubra como essa tecnologia funciona

A etiqueta inteligente é uma solução que tem ajudado empresas a melhorarem seus processos logísticos. O motivo é que ela é capaz de rastrear os itens com alta precisão e, assim, sofisticar a ação da empresa como um todo.

Graças a esse avanço tecnológico, ações até então feitas manualmente, agora, já podem ser automatizadas. E isso gera ganho de tempo, qualidade e economia.

A seguir, saiba mais sobre a etiqueta inteligente e como ela pode ser útil para o seu negócio, com especial atenção para o estoque.

O que são etiquetas inteligentes

Qualquer pessoa que já perdeu um objeto importante sabe da dificuldade de reencontrá-lo. Muitas vezes, o simples ato de colocar um guarda-chuva ou as chaves do carro em um lugar diferente já cria um problema gigante.

Logo, nada melhor do que ter um mecanismo que permita rastrear o objeto. Assim, é possível facilitar a sua localização imediatamente.

O mesmo vale para as empresas. Neste caso, elas também precisam cuidar de problemas como a localização de seus ativos, a dificuldade de fazer o controle de estoque e até furtos. Para tanto, elas podem contar com soluções como a etiqueta inteligente.

Na prática, esse tipo de tecnologia, conhecida como smart tag, nada mais é do que um acessório eletrônico. Seu objetivo é dar ao usuário as condições para localizar objetos. Seja esse usuário o indivíduo procurando um objeto, seja ele um gestor administrando seu negócio.

Esse tipo de inovação pode funcionar a partir de tecnologias de conectividade, como o Bluetooth e ondas de rádio, por exemplo, que pareiam o dispositivo com um smartphone, no qual a localização pode ser apontada.

Porque usar a etiqueta inteligente

No geral, esse tipo de recurso é útil para preservar objetos pertencentes ao consumidor, ou ativos maiores, como veículos e itens no estoque empresarial.

Organizações que trabalham com processos logísticos precisam se planejar para uma série de fatores. Eles vão desde o acompanhamento dos caminhões, que se deslocam através das estradas do país, até a proteção de cargas nas entregas que realizam.

Nesse sentido, o uso da etiqueta inteligente serve para atender a essa série de demandas. Com o rastreamento, ela cria condições para que os processos sejam controlados com critérios, de modo a garantir suas entregas com maior qualidade e segurança.

Pensando na lógica empresarial, é evidente que esse tipo de recurso precisa ter uma sofisticação maior do que a disponível para o cidadão comum. É aí que surge uma ferramenta conhecida como RFID.

A tecnologia RFID

RFID é sigla para o termo em inglês Radio Frequency Identification. Em português, isso significa Identificação por Radiofrequência.

A proposta do RFID é justamente fazer o controle citado, mas visando aperfeiçoar a gestão do fluxo de materiais nos diferentes pontos da cadeia de suprimentos. Isso permite que o gestor obtenha dados. E isso tem valor estratégico para a gestão profissional, pois transforma a logística em uma aliada no processo de tomada de decisão.

Esses dados compreendem setores e processos como:

- estoque;
- carga;
- entregas;
- localização;
- entre outros.

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O RFID para as empresas

Consequentemente, a tecnologia RFID permite que a empresa identifique individualmente os itens e os rastreie em diferentes fases do processo logístico. O mais interessante é que, com o RFID, é possível dar conta de praticamente todos os elementos que envolvem a questão logística, dando a ela um caráter muito mais profissional.

Isso só é possível por conta dos recursos tecnológicos, que dão vida a esse tipo de etiqueta inteligente. Para que o RFID funcione, é preciso contar com etiquetas anexadas aos itens, antenas e leitores instalados nos veículos e nas bases, além de impressoras e, claro, um sistema de gestão avançado, capaz de fazer todo o trabalho com os dados gerados diariamente.

Dessa forma, cada produto que a empresa pretende mapear recebe uma etiqueta com componentes eletrônicos capazes de registrar seu número de série, dados do fabricante, entre outros.

Essas informações são devidamente capturadas por um leitor, que faz a coleta e o registro e as envia para o sistema. A partir de então, é possível integrar as ferramentas virtualmente para fazer do controle da informação um diferencial da empresa.

A estrutura da etiqueta RFID

Perceba que esse recurso vai muito além da questão da segurança, sendo útil, também, para o próprio crescimento da organização.

O RFID é composto por uma estrutura simples. No caso, a seguinte:

- uma antena, que serve para captar as informações;
- um microchip, que pode armazenar os dados coletados;
- uma tag, que é um material feito de plástico ou silicone para proteger a antena e o microchip.

Os tipos de etiqueta inteligente

A etiqueta inteligente pode ser de diferentes tipos, sendo o  passivo o mais simples. Ele não conta com bateria e tem seus circuitos alimentados por ondas eletromagnéticas, emitidas pela antena. Aliás, ele depende dela para ter a comunicação.

Já a chamada etiqueta semipassiva conta com bateria, mas ela só serve para alimentar os circuitos internos. Assim como acontece no modelo passivo, ela depende do sinal do leitor para se comunicar.

O terceiro tipo é de etiqueta ativa, que conta com fonte de energia própria. A fonte serve tanto para alimentar o circuito quanto para viabilizar a troca de informações. Logo, é a etiqueta de tipo ativo que permite que tarefas mais complexas sejam realizadas. Além disso, essa solução tem maior capacidade de armazenamento de dados e pode suportar componentes externos, como sensores, por exemplo.

A metodologia RFID na prática

O RFID faz uso das ondas de rádio para trabalhar com a informação. Como visto, sua base são 3 elementos: a etiqueta inteligente, o leitor e a antena. Para que esse sistema funcione, é preciso que a etiqueta tenha um circuito integrado, além da antena que capta o sinal. Só assim é possível enviar os dados ao leitor.

A função do leitor é converter as ondas de rádio em um formato utilizável de dados. Por meio de uma interface de comunicação, as informações coletadas a partir das tags são enviadas para um sistema de computador, chamado de host. É nele que está o banco de dados, dentro do qual as novas informações podem ser armazenadas para futura análise e compartilhamento.

Resumindo, a identificação por radiofrequência permite que os dados digitais codificados nesse sistema sejam capturados e enviados via ondas de rádio. E o que é melhor: sem a necessidade de contato visual para identificação.

Diferenças em relação ao código de barras

Comparando com o código de barras, seu funcionamento é mais ou menos parecido. No caso deles também existe uma espécie de etiqueta que captura e armazena dados. A diferença é que no caso das RFID existe uma série de diferenciais que surge justamente do fato de a leitura de dados se dar por radiofrequência.

Entre esses diferenciais está a possibilidade de leitura dos dados fora da linha de visão, o que é impossível no caso dos códigos de barra, que precisam estar alinhados com um scanner óptico no momento da leitura.

Pensando na realidade de uma organização maior e mais complexa, isso dá ao sistema RFID um diferencial importante, pois gera dinamismo no trabalho com uma quantidade maior de ativos.

Porque utilizar as etiquetas no seu atacado distribuidor

Existem motivos para recorrer a esse tipo de solução no trabalho com o atacado distribuidor. No geral, eles se resumem a uma palavra: controle. Isso porque as etiquetas inteligentes geram uma série de facilidades para o empreendedor. Conheça algumas delas.

Rastreamento das mercadorias

Saber onde determinado ativo se encontra é essencial para garantir uma entrega mais qualificada para o cliente.

Assim é possível, entre outros diferenciais, fazer estimativas de prazos e aumentar a confiabilidade no seu negócio.

Mesmo durante processos como a separação de mercadorias, é importante ter atenção a esse controle. Isso evita perdas e extravios.

Controle das mercadorias em estoque

Da mesma forma, evitar problemas comuns no estoque geram uma série de benefícios no longo prazo. Empresas capazes de lidar com isso são aquelas que evitam desperdício financeiro. Elas estão sempre fazendo com que cada ativo apresente os resultados desejados.

As etiquetas são especialmente interessantes para o controle de estoque. O motivo é que elas permitem o acompanhamento das mercadorias em cada etapa do seu deslocamento.

Veja como realizar um inventário de estoque logístico!

Monitoramento de ambientes

Esse tipo de tecnologia permite ao gestor identificar problemas não só nos veículos, mas também em ambientes.

Com a sofisticação que as etiquetas oferecem é possível saber se determinado local é o mais indicado ou não para receber e distribuir as unidades. E isso, mesmo que o empreendedor esteja distante.

Auxílio no uso de sistemas antifurto

Soluções antifurto precisam de tecnologia para serem mais eficientes. E nesse sentido o RFID é importante. É ele que permite o trabalho com alertas sonoros, por exemplo. Visando a proteção da carga, isso pode representar uma economia grande. Especialmente considerando o processo como um todo.

Controle de acesso

Também é essa tecnologia que evita que pessoas não autorizadas acessem áreas que exigem um controle mais rigoroso.

Vale lembrar que determinados procedimentos devem ser realizados apenas por quem tem a devida competência e autorização para tanto. Isso evita não só roubos, mas também a ação imprópria de quem não tem o preparo necessário.

Como funciona a tecnologia RFID na logística?

Considerando tudo o que a logística envolve, esse tipo de sistema inteligente funciona como um aliado para uma série de situações. Talvez a que mais chame a atenção seja a gestão de estoque. Isso porque a tecnologia RFID permite, entre outros benefícios, simplificar a identificação de produtos, e evitar erros comuns nas contagens.

Também é importante destacar o quanto o uso da etiqueta inteligente para empresas auxilia no rastreamento e no monitoramento das entregas. É fato que com ela a gestão ganha visibilidade maior para os pedidos, consegue melhorar o rastreamento da carga transportada e aumenta a velocidade com a qual os processos acontecem.

No geral, essa tecnologia contribui para criar uma relação mais próxima com os consumidores, gerando a melhor experiência possível para a marca.

Pensando de maneira mais específica, podemos considerar os seguintes diferenciais para o controle do estoque.

Monitoramento

O sistema gera maior precisão em relação à contagem e ao balanço dos produtos por conta da automação. Logo, falhas humanas são consideravelmente reduzidas.

Localização

Também na questão do endereçamento dos produtos, a empresa ganha com a adoção do RFID. Uma das inovações que o recurso oferece está na localização e monitoramento em tempo real. Assim é possível otimizar a gestão de frota, caso exista uma integração com sistemas de geolocalização.

Otimização da cadeia de suprimentos

Com a produtividade que será resultante de um processo mais conectado e ágil, é natural que a cadeia de suprimentos tenha sua gestão aperfeiçoada.

Perceba que, no caso, a melhor maneira de transformar o processo como um todo é investindo em uma solução que dá inteligência às ações separadamente. Esse é o papel da etiqueta inteligente, por meio do RFID.

Principais aplicações

Como visto, esse tipo de tecnologia oferece uma série de possibilidades para as empresas. No geral,  seu uso costuma aparecer mais no controle de ativos. E isso diz respeito a fins comerciais e industriais.

Logo, podemos citar sua presença na gestão de inventário, por exemplo. Em relação a isso, a tecnologia RFID ajuda a dar viabilidade para o procedimento. Além disso, graças a ela, o rastreamento de itens pode ser feito com maior segurança. E isso garante a proteção dos ativos nas diferentes etapas do processo.

Mesmo o rastreamento de pessoal e crachás de identificação pode ser realizado com maior eficácia por meio dessa tecnologia.

Vale reforçar a importância do controle de acesso a áreas restritas nas empresas. Sem isso, problemas podem surgir e sair do controle do gestor.

Por fim, é preciso destacar como esse recurso é útil no que diz respeito à gestão de toda a cadeia de abastecimento. O RFID é capaz de identificar objetos de maneira automática. Dessa forma, ele coleta dados, os inserem nos sistemas e disponibiliza para o trabalho sem a necessidade de intervenção humana. A consequência disso é tornar os processos mais seguros e confiáveis.

Entendeu como a etiqueta inteligente pode ser útil para a realidade do seu negócio? Agora saiba também como programar o recebimento de mercadorias do seu armazém.

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